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Clientes e Avaliações
Esta seção destaca depoimentos reais de pacientes que transformaram suas vidas com os tratamentos da Dra. Stephanie Matos.
Tratamento excepcional. Resolvi minhas dores lombares que já duravam anos. Recomendo fortemente a toda a equipe pelo cuidado e profissionalismo durante todo o processo.
Minha experiência com a Dra. Stephanie foi excelente. Me senti muito acolhida e segura durante todo o atendimento. O procedimento trouxe resultados rápidos e reduziu drasticamente minhas crises de dores.
A Dra. Stephanie é muito atenciosa e competente, explica tudo nos mínimos detalhes e com muito cuidado. Melhorei das dores logo nas primeiras sessões. Muito grato por recuperar minha qualidade de vida!!!
Eu sofria com dedo em gatilho e isso me incomodava bastante. Graças ao atendimento de uma profissional competente e muito atenciosa, meu problema foi resolvido. Já faz quase um ano que estou sem sintomas.
Fazer meu tratamento com a Dra. Stephanie Matos foi um divisor de águas na minha vida. Encontrei uma abordagem que realmente fez diferença e me deu o alívio necessário que eu já buscava há muito tempo.
Durante anos convivi com as dores decorrentes da endometriose, que afetavam não apenas minha saúde, mas também minha disposição diária. Encontrar uma médica tão dedicada e humana trouxe todo o suporte necessário.
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Tratamento Avançado da Dor
Encontre respostas científicas e humanas sobre Medicina Intervencionista da Dor, bloqueios, infiltrações guiadas por imagem e o exclusivo Método D.O.R. desenvolvido para devolver sua liberdade de movimento.
O especialista em Medicina da Dor é o profissional médico dedicado a diagnosticar, tratar e reabilitar pacientes que sofrem com dores persistentes. Você deve procurá-lo quando a sua dor durar mais de três meses (tornando-se crônica), quando os tratamentos convencionais com analgésicos comuns não fizerem mais efeito, ou quando a dor estiver limitando drasticamente sua mobilidade e qualidade de vida habitual.
Tratamos uma ampla gama de condições musculoesqueléticas e neuropáticas. Entre as mais comuns estão a hérnia de disco, artrose na coluna e nos joelhos, fibromialgia, dor ciática (lombociatalgia), dores de cabeça crônicas (enxaquecas), dor miofascial (pontos de gatilho musculares), neuralgia pós-herpética, síndrome de dor complexa regional e dores persistentes após cirurgias de coluna.
Os procedimentos intervencionistas são técnicas minimamente invasivas utilizadas para mapear e interromper diretamente os sinais de dor na sua origem. Em vez de depender apenas de medicações de uso contínuo, o médico utiliza agulhas ou cateteres guiados por exames de imagem de alta precisão (como ultrassom ou raio-X) para aplicar medicamentos ou realizar estímulos exatamente no foco da inflamação.
Embora parecidos, os objetivos mudam. O bloqueio anestésico costuma ter uma função altamente diagnóstica, onde "desligamos" temporariamente um nervo específico para confirmar se ele é o verdadeiro causador da sua dor. Já a infiltração consiste na aplicação direta de uma combinação de anti-inflamatórios e anestésicos de longa duração no espaço articular ou ao redor do nervo para reduzir o processo inflamatório e proporcionar alívio prolongado.
A ablação por radiofrequência (ou rizotomia) é uma tecnologia avançada onde ondas eletromagnéticas geram um calor controlado na ponta de uma agulha especial. Esse calor interrompe de forma temporária e segura a capacidade de condução nervosa do ramo que envia o sinal de dor crônica ao cérebro. É um procedimento consagrado para o tratamento de dores causadas por artrose nas articulações da coluna (facetas) e dor no joelho.
A durabilidade do alívio varia de acordo com o tipo de procedimento e a resposta biológica de cada organismo. Infiltrações e bloqueios podem proporcionar alívio de semanas a vários meses, funcionando como uma janela ideal para a reabilitação física. Já os procedimentos de radiofrequência costumam oferecer melhoras duradouras que variam de 6 a 18 meses, podendo ser repetidos futuramente caso o nervo se regenere.
Sim, os procedimentos são extremamente seguros por serem guiados por métodos de imagem em tempo real (como ultrassonografia ou fluoroscopia), o que minimiza os riscos de lesões em estruturas nobres. Complicações graves são raras. O que pode ocorrer são reações leves e comuns a qualquer procedimento com agulhas, como pequenos hematomas, dor local transitória nos primeiros dias ou vermelhidão na pele.
Não há necessidade de internação hospitalar prolongada; a maioria dos procedimentos permite alta poucas horas depois. O repouso absoluto também não é recomendado. Orientamos apenas um repouso relativo (evitar esforços físicos intensos, carregar peso ou impactos) nos primeiros 2 a 3 dias, retornando gradualmente à rotina.
Para o máximo conforto do paciente, os procedimentos são realizados sob anestesia local associada a uma sedação leve. Essa sedação serve para relaxar e trazer sonolência, garantindo que você não sinta ansiedade ou dor durante a aplicação, mantendo o processo totalmente confortável e seguro.
Os tratamentos tradicionais focam frequentemente em remediar a crise de dor com analgésicos contínuos. O Método D.O.R. baseia-se na tríade: Diagnóstico preciso da raiz estrutural, Otimização biológica do tecido inflamado e Regeneração funcional. Nós tratamos o ambiente interno que gerou a dor para impedir que ela retorne de forma incapacitante.
Em uma grande porcentagem de casos, sim. Muitas indicações cirúrgicas de coluna por conta de hérnia de disco ou estenose de canal podem ser postergadas ou completamente evitadas através dos bloqueios e infiltrações controladas. Ao reduzir o processo inflamatório agudo ao redor do nervo, o próprio corpo ganha tempo hábil para reabsorver a hérnia naturalmente.
O principal objetivo da Medicina da Dor Intervencionista é justamente promover o "desmame" seguro e gradual de medicações pesadas, como os opioides e anti-inflamatórios hormonais. Ao controlar a dor na sua origem exata, conseguimos reduzir drasticamente a carga de comprimidos e proteger órgãos como rins e estômago.
Sim, a dor é uma experiência neurobiológica complexa. O estresse crônico e a ansiedade liberam neurotransmissores inflamatórios e hormônios como o cortisol, que diminuem o nosso limiar de dor natural, agindo como um "amplificador" dos sinais dolorosos no sistema nervoso. Por isso, nossa abordagem avalia e trata o paciente de forma integral.
Sim, e eles costumam ser os maiores beneficiados. Por serem procedimentos rápidos, locais e minimamente invasivos (que não exigem anestesia geral), o estresse cirúrgico sobre o organismo é praticamente nulo. Isso faz com que os bloqueios sejam opções muito mais seguras para idosos com artrose avançada do que o uso diário de anti-inflamatórios de farmácia.
Na sua primeira consulta, realizaremos uma entrevista detalhada e um exame físico clínico focado no seu sistema musculoesquelético. É fundamental que você traga todos os exames de imagem recentes que possuir (como Ressonâncias Magnéticas, Tomografias ou Raio-X). Juntos, desenharemos um plano terapêutico focado em devolver a sua liberdade de movimento.
O bloqueio epidural consiste na injeção de uma solução anti-inflamatória diretamente no espaço epidural da coluna vertebral, bem próximo aos nervos pinçados que causam a dor ciática. Esse procedimento age "lavando" as substâncias inflamatórias da região, reduzindo o inchaço do nervo e cortando a dor que irradia para a perna de forma imediata.
A infiltração de pontos-gatilho (ou agulhamento miofascial) foca em "nódulos" de contração muscular severa que não relaxam sozinhos. Com uma agelha fina guiada por palpação clínica ou ultrassom, injetamos pequenas doses de anestésico local diretamente no nódulo, desfazendo a contratura muscular crônica e promovendo o alívio imediato da rigidez e da dor referida.
A viscossuplementação consiste na infiltração intra-articular de ácido hialurônico de alta densidade no joelho. Ela funciona como um "lubrificante" e amortecedor para a cartilagem desgastada pela artrose. Em estágios iniciais e moderados, ela reduz o atrito ósseo, melhora a mobilidade e pode adiar por anos ou até mesmo evitar a necessidade de uma cirurgia de prótese total de joelho.
Essa condição, conhecida como Síndrome da Falha da Cirurgia de Coluna, ocorre frequentemente devido à formação de tecido cicatricial fibrótico (fibrose epidural) ao redor dos nervos manipulados, ou por sobrecarga das articulações vizinhas à cirurgia. A Medicina da Dor trata isso com bloqueios direcionados, aderenciólise por cateter ou neuromodulação, sem necessidade de reoperar.
O ultrassom é uma ferramenta revolucionária na Medicina da Dor Intervencionista. Olhando tendões, músculos, ligamentos e nervos em tempo real diretamente no consultório, o médico garante que a ponta da agulha seja guiada milimetricamente até o alvo inflamado, proporcionando máxima eficácia no procedimento com índice zero de radiação para o paciente.
O bloqueio do gânglio estrelado é uma técnica que atua no sistema nervoso simpático cervical. É altamente indicado para tratar quadros complexos como a Síndrome de Dor Complexa Regional (SDCR), distrofias simpático-reflexas nos membros superiores, dores vasculares crônicas e até mesmo como terapia complementar em casos severos de cefaleias autonômicas.
Considerada uma das dores mais intensas da medicina, a neuralgia do trigêmeo (dor em choque no rosto) pode ser controlada quando os remédios falham por meio da rizotomia por radiofrequência do gânglio de Gasser ou por compressão por balão. Ambos os procedimentos aliviam o hipersinal doloroso do nervo com agulhamento preciso.
Diferente do 'choquinho' da fisioterapia convencional, a Terapia por Ondas de Choque Ortopédica utiliza ondas acústicas mecânicas de alta energia para penetrar profundamente nos tecidos lesados. Ela estimula a microcirculação local, quebra calcificações em tendões e induz um processo de autorregeneração biológica em tendinites crônicas, fascite plantar e esporão de calcâneo.
Não, desde que realizado com critério médico e técnicas modernas. Antigamente, usavam-se altas doses de corticoides de depósito repetidamente, o que podia enfraquecer tecidos. Hoje, a medicina intervencionista utiliza doses mínimas localizadas, medicações regenerativas (como ácido hialurônico) e foca na reabilitação rápida, agindo como um protetor articular ao cortar o ciclo destrutivo da inflamação crônica.
A dor muscular costuma melhorar com calor local e alongamentos simples. Já a disfunção da articulação sacroilíaca (que une a base da coluna ao quadril) gera uma dor profunda localizada na região lombar baixa, que piora ao mudar de posição (como levantar da cadeira ou virar na cama) e pode indicar irradiação para a virilha ou coxa. O diagnóstico exato é confirmado via exame clínico e bloqueio diagnóstico guiado.
A neuromodulação sacral consiste na implantação de um pequeno dispositivo estimulador próximo aos nervos sacrais. Ele emite pulsos elétricos leves e imperceptíveis que corrigem os sinais neurais erráticos enviados ao cérebro. É indicada para pacientes com dor pélvica crônica refratária, cistite intersticial e disfunções esfincterianas dolorosas severas.
Sim, os procedimentos intervencionistas oncológicos desempenham um papel vital nos cuidados paliativos. Técnicas como o bloqueio ou neurólise do plexo celíaco (para câncer de pâncreas/estômago) e a infusão intratecal de fármacos controlam dores oncológicas severas de forma eficaz, reduzindo drasticamente a necessidade de doses altíssimas de morfina oral e seus severos efeitos colaterais.
A epiduroscopia é uma técnica minimamente invasiva onde introduzimos uma microcâmera de fibra óptica flexível dentro do canal vertebral através do hiato sacral. Ela permite ao especialista visualizar diretamente as inflamações e fibroses dentro da coluna em tempo real, permitindo realizar a quebra de aderências e aplicação medicamentosa precisa com controle visual absoluto.
Geralmente, orientamos repouso de atividades de impacto por 5 a 7 dias após o procedimento. Exercícios leves de reabilitação e alongamentos direcionados podem ser retomados após a primeira semana, conforme o nível de dor diminuir. O retorno à musculação pesada ou treinos intensos ocorre de forma gradual sob supervisão médica entre 15 e 30 dias.
A dor aguda funciona como um alerta útil do corpo avisando sobre uma lesão. Porém, quando a dor persiste por meses, ocorre um fenômeno chamado neuroplasticidade mal adaptativa ou sensibilização central: o sistema nervoso central fica hiperativo e passa a gerar dor sozinho, mesmo após a lesão original ter cicatrizado. Por isso, a dor crônica precisa de tratamento focado direto no sistema nervoso central e periférico.
