Sinais de que o seu inchaço não é apenas “gordura localizada”
Muitas mulheres passam a vida inteira ouvindo que precisam apenas “fechar a boca e malhar” para perder as pernas grossas. No entanto, se você percebe que a gordura das suas pernas (ou braços) tem um aspecto nodular, é dolorosa ao toque, forma roxos com facilidade e contrasta com o resto do seu corpo — poupando curiosamente as mãos e os pés —, você pode ser portadora de lipedema.
Nesse sentido, entender que a culpa não é sua é o primeiro passo. O lipedema é uma inflamação crônica e, consequentemente, não responde aos métodos tradicionais de emagrecimento da mesma forma que a obesidade comum. Por conseguinte, iniciar um tratamento para lipedema focado em medicina regenerativa é essencial para frear a evolução da doença.
Opções de Tratamento para Lipedema na Medicina Regenerativa
Felizmente, a medicina avançou e hoje não precisamos depender exclusivamente de cirurgias agressivas (como a lipoaspiração) como única saída. Atualmente, através da medicina regenerativa, utilizamos técnicas que estimulam o próprio corpo a se desinflamar. Logo após a avaliação da sua dor em consultório, traçamos uma estratégia focada nos seguintes pilares:
Modulação Sistêmica
Primeiramente, atuamos na raiz da inflamação celular. Utilizamos estratégias nutricionais, suplementação venosa (soroterapia) e equilíbrio hormonal para criar um ambiente onde a gordura doente pare de se expandir.
Terapias Regenerativas
Em segundo lugar, utilizamos abordagens locais focadas em regenerar os tecidos fibrosados e melhorar o sistema linfático, aliviando a sensação de peso e “pernas de chumbo” que tanto incomoda.
Controle da Dor Crônica
Por fim, realizamos intervenções de alívio rápido. Através do bloqueio de vias dolorosas e do controle do sistema nervoso, conseguimos devolver a mobilidade para que o paciente consiga realizar exercícios físicos fundamentais.
Como conduzimos o tratamento em Teresina (PI)
Nosso atendimento em Medicina da Dor visa entender em qual estágio a doença se encontra (do estágio 1 ao 4). Para isso, de modo geral, o seu acompanhamento envolverá as seguintes etapas em nossa clínica:
- Inicialmente, a avaliação clínica: O diagnóstico do lipedema é primariamente clínico. Vamos analisar a simetria, os nódulos subcutâneos e o grau de sensibilidade à dor.
- Em seguida, a desinflamação: Início do protocolo de medicina regenerativa, focando em “apagar o incêndio” celular e reduzir o edema e a retenção de líquidos.
- Posteriormente, as terapias de consultório: Aplicação de terapias para quebra do tecido fibrótico e melhora da oxigenação local das pernas e braços afetados.
- Por último, o acompanhamento: Construção de uma equipe multidisciplinar (fisioterapia vascular, nutrição anti-inflamatória) guiada por nós para que os resultados sejam mantidos a longo prazo.
Vale lembrar que dores crônicas muitas vezes se sobrepõem. Por exemplo, não é incomum que pacientes com lipedema também desenvolvam dores articulares ou musculares pelo corpo. Se esse for o caso, sugerimos a leitura sobre tratamento para fibromialgia. Por outro lado, caso queira conhecer mais sobre nosso espaço, acesse a página principal sobre tratamento da dor em Teresina.
Dúvidas Frequentes sobre o Lipedema
O Lipedema tem cura definitiva?
Na verdade, o lipedema é uma doença crônica e evolutiva. Ele não tem “cura” no sentido mágico, porém, tem excelente controle. O tratamento para lipedema com medicina regenerativa consegue frear a progressão, remover a dor e devolver a estética natural na grande maioria dos casos.
A cirurgia (lipoaspiração) é o único caminho?
De forma alguma. A cirurgia é o último recurso ou uma ferramenta complementar. Fazer uma lipoaspiração sem antes desinflamar o corpo e corrigir o ambiente regenerativo faz com que a inflamação e a dor voltem meses depois. Por isso, o tratamento clínico conservador é sempre a primeira e mais importante etapa.
Por que sinto dor apenas ao tocar na pele?
Isso ocorre porque o acúmulo de gordura doente comprime os vasos linfáticos e as pequenas terminações nervosas da pele (neuropatia compressiva). Além disso, o tecido é cercado por inflamação constante (hipóxia), deixando a região em estado de alerta e gerando dor ao mínimo toque (alodinia).
Vamos tratar a causa do seu inchaço?
Se as dores nas pernas são diárias e você sente que dietas não resolvem o seu problema, o próximo passo é uma avaliação focada em medicina regenerativa. Preencha os dados abaixo e fale com nossa equipe.
